No quinto post da série especial, apresentamos um projeto desenvolvido a partir da presença feminina, por mulheres inkiri para mulheres da região do entorno da nossa Comunidade.

Foto de mulheres e adolescentes beneficiadas pelo projeto COM-Fio tecendo

A presença da energia feminina em Inkiri Piracanga é forte. Na Comunidade e no Centro Inkiri, as mulheres têm voz. E a partir de muitas ideias que nascem da união das inkiris, temos trabalhado na construção de um mundo melhor, mais equilibrado e saudável para todos. Levando o melhor do nosso microuniverso para outros lugares (através de uma iniciativa nova chamada SER Inkiri. Clique aqui para conhecer!).

O COM-Fio é um exemplo: nasceu do intuito feminino de empoderar as mulheres a partir do encontro com a criatividade. É um projeto desenvolvido por Gabriela Unibazo, que é membro da Comunidade Inkiri, com mulheres da região do entorno de Piracanga no Ateliê Inkiri. E que tem se expandido, à medida que as beneficiadas têm se tornado facilitadoras de encontros com outras mulheres.

Foto de mulheres e adolescentes beneficiadas pelo projeto COM-Fio tecendo“Hoje são cinco mulheres que estão vindo no Ateliê Inkiri todos os sábados, e cinco adolescentes. E já tem mulheres que eu ainda nem conheci, mas que estão sendo parte desse trabalho indiretamente. O lindo do projeto é a possibilidade de ressignificar a vida através da confiança”, conta Gabriela.

O projeto realiza encontros artísticos semanais para o desenvolvimento de produtos artesanais, criando espaços de acolhimento, escuta e partilha. Gabriela explica que “o COM-Fio veio para confiar. Confiar naquilo que a gente tem dentro e como a gente pode colocar isso para fora através da arte. É uma possibilidade de pegar aquele fio e ir tecendo a nossa vida, criando a nossa próxima realidade. Construindo novas realidades. E o lindo do projeto é que somos todas nós que construimos. É um projeto que pretende abarcar várias comunidades de perto”.

“Para mim está sendo a realização de um sonho poder dar para as pessoas aquilo que eu tive a possibilidade de receber em Piracanga, no Ateliê Inkiri, neste espaço de arte e criação. Foi uma cura muito profunda. Então, hoje, é uma possibilidade de poder me entregar e doar tudo aquilo que eu recebi”, revela a facilitadora.

E para você? O que a arte representa?

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