Novo retiro inkiri proporciona ao participante um grande mergulho nos momentos da sua concepção, gestação e nascimento, e possibilita a compreensão da sua história, assim como o desenhar de novos rumos para si e para a humanidade

Foto de pessoas vendadas abraçadas, durante turma do Oráculo do Nascimento
Foto: Vini Teles

Você já se perguntou quais memórias profundas carrega? Nossas escolhas de vida de hoje têm origem no caminho da nossa alma, é o que revela a Jornada ao Começo da Vida, novo retiro oferecido em Inkiri Piracanga com base no Oráculo do Nascimento (uma Leitura da Aura temática desenvolvida dentro da Comunidade Inkiri).

A concepção, o nascimento e a primeira infância são etapas importantes da vida, que marcam o ser e influenciam no seu desenvolvimento adulto. Trazendo tanto seus dons para movimentar o propósito inicial, como os desafios que trazem aprendizados na sua realização.

Foto de perfil da Peggy MarsPeggy Mars é mãe de quatro filhos, psicóloga para crianças e famílias, Leitora da Aura especializada no Oráculo do Nascimento, parteira e é quem facilita a Jornada ao Começo da Vida. Ela explica que tomar consciência das memórias deste período pode desbloquear aspectos das nossas vidas que hoje são incompreendidos: “Fico sempre surpreendida em ver como somos capazes de ser influenciados por padrões e memórias que vêm de períodos da vida em que, conscientemente, não lembramos de absolutamente nada”.

Propósito e programações familiares

Hoje, diversas pessoas procuram entender mais sobre o propósito de vida. “Quando o espírito decide vir para a Terra, tem um propósito. Tem algo muito bem definido, muito bem escolhido”, explica Peggy.

Se por um lado temos uma missão maior, por outro, já durante a gestação, recebemos outras programações que são transmitidas pela família. E, de acordo com a psicóloga e terapeuta, “elas nos permitem, durante muito tempo, entender porque chegamos neste lugar, neste mundo, nesta família. E crescer. Compreender que é assim que as coisas funcionam. Só que, geralmente, chega um momento em que isso nos limita. São programas da nossa família, do passado, que nos ajudaram, mas que nos impedem de avançar. A Jornada ao Começo da Vida é um estudo que nos permite limpar padrões e escolher novos, para ter mais liberdade”.

Contato com o começo da vida

Peggy conta que é possível abrimos as informações de nossa chegada à Terra através de uma Leitura da Aura como o Oráculo do Nascimento. A maioria das pessoas têm consciência sobre este campo, mas também é comum o contrário: “Se o parto foi vaginal ou de cesária, se a gestação foi de nove meses ou se nascemos precocemente. Nem sempre a gente tem a informação, porque ela não nos foi passada ou porque nunca perguntamos. E tudo bem”.

A Leitura não vai mudar os fatos daquilo que as pessoas ouviram falar. Mas são informações que a gente escutou da nossa mãe, do nosso pai, do médico, da nossa tia, de uma avó, enfim, de outras pessoas. E a Leitura vai ajudar a ver, geralmente, os mesmos fatos. E que talvez o fato tenha sido aquele mesmo, mas que a forma que o bebê viveu foi diferente da forma que a pessoa da família que fez o relato para você viveu a situação”.

A psicóloga e terapeuta explica que, à medida que recebemos estas informações, vamos nos empoderando. “Eu mesma achava que o meu nascimento tinha sido uma coisa terrível, porque tinha a ver com a história da minha mãe. Então, quando eu descobri a minha forma de viver o meu nascimento, vi que ela era quase o oposto da forma como a minha mãe tinha vivido. Eu diria que ali recuperei toda a minha força. Saber disso me devolveu o meu poder sobre a minha história”.

Peggy Mars durante o acompanhamento do parto da pequena Luz | Foto: Majo Aranda

A Jornada

O retiro da Jornada ao Começo da Vida tem duração de cinco dias e é composto por dinâmicas diversas utilizadas em Inkiri Piracanga, mas a sua base está fundada no Oráculo do Nascimento e na Leitura de Aura, um dos trabalhos que definem a Comunidade Inkiri.

“O Oráculo do Nascimento foi a primeira Leitura de Aura completa que eu recebi. E foi muito importante, porque me ajudou a desfazer algumas ilusões que eu tinha. No meu caso, eu achava até que a minha história da concepção era pior do que foi. Eu tive uma infância tão complicada que eu fantasiei uns desastres, de que tinham acontecido coisas muito ruins. E não foi tanto assim”, revela a jornalista Vanessa Ruiz, também da Comunidade Inkiri.

De acordo com Peggy, o Oráculo do Nascimento é uma ferramenta que permite que nosso campo energético seja aberto e, a partir daí, memórias venham a tona, nos auxiliando a compreender como as fases da concepção, da gestação e do nascimento influenciam nossas escolhas e decisões atuais. E como, a longo prazo, condicionamentos, bloqueios, pensamentos e emoções ligadas a essas fases da vida podem definir onde estamos e para onde vamos, na nossa jornada como um todo.

“Vamos olhar para toda a nossa primeira infância. Para coisas que se repetem e em quais situações e tipos de limitações isso acontece. Empoderando mais o corpo físico. Mas como? Nossas células têm essas informações. Vamos trabalhar com o corpo físico para despertá-las dentro de nós”, explica.

Peggy também explica que, por mais que algumas pessoas possam achar estranho lidar com o momento da própria concepção, ele é muito importante: “É exatamente nele que fazemos os nossos acordos espirituais. O porquê de escolhermos nossa mãe e nosso pai, naquele momento, aquela história, naquela região, naquele país, tem tudo a ver com a escolha do nosso propósito”.

“E temos diferentes momentos e oportunidades para que tudo isso aconteça. Então, uma pessoa vai ter mais insights em uma vivência. A outra, descobertas através de uma partilha. Outra, através de um momento com uma atividade mais física, mais intensa. E aí, isso vai fazendo com que as pessoas se abram e estas memórias possam aflorar”, revela.

Para o final da imersão, a proposta é observar e, a partir daí, criar: “Já que eu já recebi tudo isso, durante estes dias, o que quero fazer com isso agora? E o legal é que não tem de fazer algo diferente, né? Mas geralmente as pessoas se empolgam e querem. Aproveitamos para criar esse momento usando a energia do grupo, do coletivo, para decidir o que fazer de forma mais concreta”.

“Um dia desses, eu vi uma pessoa que nem tinha essa intenção de resgatar as memórias. Ela veio com uma vontade de se tornar mãe. Então, o trabalho foi assim: que tipo de mãe gostaria de ser? Que tipo de gestação e de parto gostaria de ter? Mas, no grupo, havia outras pessoas com outras intenções: sanar a relação com a mãe, entender uma doença física que sente que tem a ver com o nascimento, etc. Essa diversidade de intenções faz com que todos compartilhem o trabalho de autoconhecimento nesses assuntos, e possam encontrar o que precisam“, conta Peggy.

O primeiro retiro da Jornada ao Começo da Vida aconteceu em janeiro deste ano. E o próximo será realizado de 30 de abril a 4 de maio. Clique aqui para mais informações e para fazer a sua inscrição!

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